7 de Fevereiro

 Finalizado o Dia dos Mortos, começado o Inti Raymi. Aquele, com certeza, obteve mais sucesso que este. A última aula foi, provavelmente, a mias vazia. Isso gerou uma menor participação dos alunos, já que boa parte dos que sempre estão lá estiveram ausentes. Não foi uma aula ruim, mas momentos assim parecem ser mais exaustivos, pois cobram mais de nós, que estamos em posição de instrutores.

É um pouco difícil manter o ânimo, mas gosto de dar as aulas sorrindo. Mesmo que performando alegria e não necessariamente a sentindo legitimamente, percebo que isso deixa os alunos mais à vontade. Mas é difícil ter o que dizer e animar uma sala com pouca gente, ainda mais com alguns sem microfone. Eventualmente recorremos à estratégia de chamar alguém para ler, e boa parte das vezes funciona.

Só faltam duas aulas. No próximo post, espero ter apenas boas memórias para relatar.

Comentários

  1. Lidar com poucos alunos em aula é um desafio contínuo. Quando se sabe que são poucos, já nos preparamos. Porém, quando a frequência vai diminuindo e a ausência aumentando, nos causa desconforto, e , sobretudo, questionamentos. Por que? Mas não é incomum, ao contrário , nos outros cursos ministrados por seus colegas , tem sido uma constante. Para a trajetória de professor, esse aspecto precisa ser real e estar contemplado para que não nos desequilibre. A cada aula um aprendizado. Seguimos para as próximas e derradeiras deste curso. Joana Rodrigues, fevereiro de 22.

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